Lançado há 20 anos, O Código Da Vinci atraiu críticas negativas por parte de várias denominações cristãs.
Dan Brown, autor da obra, apresenta um enredo em que há descendentes de Cristo e Maria Madalena.
Robert
Langdon, professor de Simbologia, se envolve na trama ao ser contatado
por Jacques Saunière, curador do Museu do Louvre, que acaba sendo
assassinado. No decorrer da trama, Sophie Neveu, neta de Saunière, tenta
ajudar Langdon e acaba se envolvendo nos eventos.
No romance, o
Santo Graal é a própria Madalena, que, no decorrer dos séculos, teve
seus descendentes protegidos por uma sociedade secreta, o Priorado de
Sião, tendo o Opus Dei envolvido na perseguição de Maria Madalena para
evitar a exposição dos descendentes vivos, que abalaria a fé cristã e
resultaria no descrédito das narrativas cristãs, da Igreja Católica e
demais denominações cristãs.
Afinal, se Cristo tivesse sido um homem
"comum", que pregou a caridade, amor ao próximo, que enfrentou os que
usavam o templo para comercializar, faria diferença para os que
realmente creem nele?
Se os autores dos evangelhos tivessem "exagerado" nos eventos milagrosos, Cristo teria menos importância religiosa?
Talvez isso fizesse diferença para os falsos profetas e cristãos que fazem o oposto das pregações de Cristo.
Muitas falsos profetas falam mais em dinheiro do que no Sagrado, ou usam o Sagrado para adquirir dinheiro dos seguidores.
O
Mandamento de amar a Deus acima de tudo, frequentemente é substituído
por amar ao líder terreno acima de tudo, sem o mínimo de questionamento.
O
"amar ao próximo como a si mesmo" de Cristo foi trocado pelo ódio ao
próximo, aliando o fanatismo religioso ao fanatismo político,
transformando os templos no oposto do que Cristo defendia.
Por
fim, a mensagem que Cristo pregava, do meu ponto de vista, independente
de sua natureza ser semidivina ou completamente humana.
"Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê." (Monteiro Lobato)
sábado, 18 de março de 2023
Livro: O Código Da Vinci (Dan Brown)
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